quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ser deputado é bom, é bom é…

No ponto 7 do regime de presenças e faltas ao Plenário pode-se ler “A palavra do deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por mais de uma semana.”. Idealmente isto nem seria um problema se estivéssemos a falar de pessoas com uma experiência de vida e uma carreira profissional que os colocasse numa posição de indiscutível mérito e inquestionável ética. Claro que isso nem sempre acontece porque as listas dos deputados são escolhidas pelos órgãos dos partidos políticos e tudo o que vem dos partidos é prejudicial para a sociedade. Uma maneira de melhorar o nível médio dos deputados seria reduzir o seu número, seleccionando apenas os melhores, impondo critérios de exigência nas escolhas, dando de novo crédito a uma profissão que deveria ser respeitada. Mas como não estou a ver nenhum partido a defender essa ideia só resta às pessoas deixarem de votar nos partidos.

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