Com as agências de rating à perna, pela primeira vez Sócrates terá de fazer um orçamento que agrade os seus eleitores sem agravar o problema de fundo das finanças públicas. Mas será que ele já aceitou esse facto? Ou será que ainda se acha capaz de continuar a fugir com o rabo à seringa e passar despercebido? A esta hora estão convocados todos os criativos do governo para inventar mais malabarismos que adiem o problema.
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