Pela primeira vez ouvi alguém na televisão assumir sem nenhum tipo de hesitação que a próxima geração viverá muito pior que a actual. Os últimos governos têm gasto muito mais do que o país suporta e vão passar para as próximas gerações um país endividado, para não dizer falido.
Em particular o governo Sócrates não tem vergonha de dizer em voz alta que reduziu o défice mas fê-lo à custa de aumentar impostos reduzindo ainda mais a capacidade produtiva que já é tão baixa. Como se isso não bastasse aproveitou essa pequeníssima folga gerada pelos nossos impostos para promover a ideia do investimento público e anuncia-la como sendo o grande motor da economia. O grande problema é que o investimento público é ainda mais dinheiro que sai dos nossos bolsos ou de empréstimos que iremos pagar com juros daqui a uns anos. O objectivo é injectar liquidez em construtoras e outras grandes empresas que dinamizam a economia paralela e o consumo, mas que retribuem muito pouco de volta para o estado, nem sequer com empregos! Sendo assim aumentam as desigualdades já que os administradores dessas grandes empresas enriquecem à custa do empobrecimento da classe média e da falência das pequenas e médias empresas e continua a aumentar o peso e a dívida do estado, cada vez menos capaz de fazer face às suas verdadeiras responsabilidades que são a saúde, a educação, a justiça e a segurança.
Em particular o governo Sócrates não tem vergonha de dizer em voz alta que reduziu o défice mas fê-lo à custa de aumentar impostos reduzindo ainda mais a capacidade produtiva que já é tão baixa. Como se isso não bastasse aproveitou essa pequeníssima folga gerada pelos nossos impostos para promover a ideia do investimento público e anuncia-la como sendo o grande motor da economia. O grande problema é que o investimento público é ainda mais dinheiro que sai dos nossos bolsos ou de empréstimos que iremos pagar com juros daqui a uns anos. O objectivo é injectar liquidez em construtoras e outras grandes empresas que dinamizam a economia paralela e o consumo, mas que retribuem muito pouco de volta para o estado, nem sequer com empregos! Sendo assim aumentam as desigualdades já que os administradores dessas grandes empresas enriquecem à custa do empobrecimento da classe média e da falência das pequenas e médias empresas e continua a aumentar o peso e a dívida do estado, cada vez menos capaz de fazer face às suas verdadeiras responsabilidades que são a saúde, a educação, a justiça e a segurança.
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